"Não sou nada.
Nunca serei nada.
Não posso querer ser nada.
À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo."
(Campos, Álvaro de. Tabacaria. Portugal, 1928)

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Vinte e quatro meses.



São dois anos né? Eu sempre preferi números pares, são completos. Os ímpares até que não são ruins, mas me dão a sensação de que falta alguma coisa, são sempre a metade, quase lá, nunca são totais.
É um par né? Que sorte a minha, também somos. Uma dupla, os opostos e um contraste.
Até o zero, era incompleto, a partir de então, foi completando, preenchendo e iluminando cantos que eu nem sabia que existiam. Ainda não está completo, mas está melhor!
Tantas coisas que eu consigo pensar a respeito da dualidade, o sol e a lua, o fogo e a água, o céu e a terra, o claro e o escuro, e todas elas se encaixam muito bem nas nossas vidas (olha aí, outro par bonito).
Vou te confessar que eu gosto do ‘nossa’, do ‘vamos’ ou do ‘temos’, casei bem com essa primeira pessoa do plural.

Acho que está desconexo, assim como a nossa vida, assim como os nosso porquês e assim como nós mesmos, quando singulares, mas te prometo, enquanto formos dois, amor não vai faltar.
Feliz par. sz 

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